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O direito de Vencer

O direito de Vencer


Pessoal, depois de uns dias merecidos de férias com a família e longe de tudo, decido assistir no domingo a corrida de Fórmula 1 para dar uma relaxada e torcer por nossos corredores. Quando aconteceu – novamente – aquela presepada danada como o Felipe Massa. Novamente com o Felipe e novamente com um brasileiro.

Muito se falou a respeito do fato, mas gostaria de levantar algumas questões junto com todos. Meu primeiro posicionamento é em relação à decisão do Felipe de acatar o pedido da equipe – que por sinal aconteceu da pior forma possível dando indireta sobre o assunto, tamanha a vergonha – O Felipe é um atleta profissional, que como todo profissional – eu e você – tem que prestar contas para uma instituição que cobra desempenho e resultados.

Você peitaria uma decisão clara da sua empresa correndo o risco de ser demitido para se beneficiar?

É claro que estamos falando de uma decisão lícita – diferente com o que aconteceu com Nelsinho Piquet – na ocasião foi pedido pelo radio que o piloto forjasse um acidente para beneficiar o colega de equipe (novamente Alonso – que por sinal estava envolvido nos 3 últimos escândalos da Fórmula 1 – o de espionagem, o do Nelsinho e agora com Massa… realmente não gosto deste cara!!), e o acidente realmente aconteceu – e, neste caso, Nelsinho deveria sim ter peitado a decisão que poderia ter causado sérias conseqüências e saído da empresa.

Eu defendo a decisão de Felipe e quem nunca a fez que atire a primeira pedra.

Meu segundo posicionamento é sobre o conceito de esporte e sua essência. A Ferrari quebra a regra mais pura da prática desportiva e do Craque que é o merecimento de poder ser o melhor naquele momento. Se existe as condições necessárias para vencer, todos devem exercer este direito!

Meu terceiro posicionamento é sobre a decisão do Comitê Internacional sobre a legalidade ou não de esta ser uma prática comum em benefício da equipe. Acredito que independente da decisão sobre a legalidade do fato – o único motivo que existe uma competição como a Fórmula 1 é porque possuem pessoas que adoram carros de competição – eu e você – e tem um monte de marcas de carro que investem para mostrar as qualidades e atributos de seus modelos.

A Ferrari como outras marcas de carro tem o propósito específico de mostrar ao mundo – inclusive para o Brasil – que seus modelos são os melhores. É uma ação de marketing para valorizar a marca, construir atributos favoráveis e fortalecer suas vendas como conseqüência.

Marketing tem um conceito que eu gosto muito que é o de entender para atender seu público potencial. Além de lutar na comunicação para que as pessoas consigam atribuir os valores que a empresa prega.

O fato é que se eu tivesse uma Ferrari teria vendido no dia seguinte. Em protesto. Tomar decisões como aquela, fere o que eu acredito como valor. E tendo a não consumir produtos que não possuam os valores que acredito. Acredito em Meritocracia, justiça, que o melhor deve ter a oportunidade de vencer. Se a decisão fosse na última prova do Campeonato e a equipe precisasse disto para vencer, ok. Mas no meio da competição é muito injusto.

Espero que a Formula 1 conserve o direito do melhor poder vencer sempre para continuarmos acreditando na essência deste esporte. E que o Felipe continue fazendo o seu melhor sem interrupções da própria equipe.

 
15 Dicas

15 dicas para conseguir (e manter) um emprego em meio à crise

Recrutadores de executivos e especialista em recolocação profissional dão opiniões para agilizar o processo de retorno à carreira

Por Amanda Salim

Aí vão 15 estratégias para você que deseja segurar seu emprego ou para aqueles que procuram uma oportunidade de trabalho no turbulento clima econômico atual:

Cuidado com seus gastos
1) Evite adquirir coisas supérfluas neste período. Cuidado com as promoções e liquidações: é normal haver muitas em períodos de crise, pois há dificuldade em vender. Planeje seus gastos e tente manter-se coerente com o que foi planejado o máximo possível. Guarde qualquer quantia de dinheiro.

Não perca tempo
2) Comece a procurar imediatamente. Não tire uma folga muito longa. A procura pode levar de seis a doze meses no caso de altos executivos. 

Planeje-se
3) Trate a procura de emprego como um emprego em si. Estabeleça um cronograma e se responsabilize pelo seu progresso diário. 

Fique ligado
4) Em épocas de crise, as idéias acontecem. Coloque sua imaginação e criatividade para funcionar, analise as oportunidades que podem aparecer e veja como você pode se beneficiar delas. Faça este exercício de verdade e verá, por incrível que pareça, que elas existem e estão ao seu alcance.

Veja outras oportunidades
5) Esteja aberto a cargos interinos, freelance ou consultorias. As empresas estão cortando custos fixos na economia de hoje, mas podem ter oportunidades de consultoria para projetos ou especialidades de nicho, compensando o número menor de funcionários. Estas oportunidades lhe permitem obter uma renda, manter as suas habilidades e movê-lo para a frente da fila quando começarem as contratações. 

Atualize-se
6) Se ainda está empregado, mantenha sua empregabilidade em alta. Busque atualizar-se sempre, principalmente com assuntos relacionados ao seu cargo, profissão ou ramo de atividade. Seja conhecedor das novidades do meio e participe de feiras, workshops e palestras. Leia livros e periódicos relacionados e acesse sites relacionados, bem como fóruns e grupos de discussão. Busque tornar-se uma referência em seu meio.

Esteja disposto a se deslocar
7) Com a evolução das indústrias, as oportunidades de carreira migram. Saiba para onde estão indo os cargos da sua área e esteja disposto a se mudar em busca da oportunidade certa. 

Seja paciente
8) Não entre em pânico, mas não seja exigente demais. Demonstrar ansiedade excessiva a um possível empregador só diminuirá o seu valor. E certamente você não quer pular de um cargo precário para outro. Mas o trabalho dos sonhos está difícil de encontrar no mercado atual. Lembre-se de que os cargos em sua maioria não se limitam pela própria descrição -- eles são o que você faz deles. 

Nunca desanime
9) Deixe o lado negativo do lado de fora e não o deixe entrar. Leve otimismo para quem contrata e para seus contatos. Jornal é barato e ler notícias pela Internet, se você já tiver uma conexão, não custa nada. Informação nestes momentos é muito importante e pode ser uma fonte de inspiração, além de ajudar a manter-se informado sobre o mercado e as vagas anunciadas

Seja flexível
10) Não fique obcecado com a estrutura de remuneração e com o título. Aceitar um nível de remuneração ou título abaixo do seu ideal pode ser vantajoso. Se você superar as expectativas, o título e o salário se ajustarão com o tempo. 

Mantenha-se afiado
11) Fique por dentro das últimas notícias, tendências e tecnologias importantes no seu setor. 

Fique em forma
12) Não negligencie a saúde e a alimentação, as quais sofrem freqüentemente com o estresse da procura de um emprego. 

Vá além
13) Se estiver empregado, ao perceber que sua empresa passa por dificuldades, procure pensar o que sua empresa poderia fazer de diferente. Às vezes você se encontra numa posição que lhe permite ver coisas que seus superiores não estão vendo. Uma boa idéia pode significar uma redução de custos ou uma oportunidade de ganho ainda não percebida. Crie uma comunicação educada, bem-estruturada e comunique seu superior. Isso pode melhorar sua posição dentro da empresa ou até mesmo salvá-la.

Use seus recursos
14) Há diversas ferramentas on-line e recursos gratuitos para ajudar quem procura um emprego. Comece pela sua universidade, organizações profissionais, grupo de veteranos ou outras afiliações que você tenha. 

Faça networking
15) Contatos, contatos, contatos. Nada substitui os relacionamentos pessoais ao procurar oportunidades de carreira. Associações profissionais, associações de ex-alunos e entrevistas informativas são formas testadas e verdadeiras de caçar um emprego. Hoje em dia, os
contatos estão mais fáceis do que nunca com sites de contatos sociais e profissionais como LinkedIn, Classmates.com ou Facebook.

Fontes: Korn/Ferry International e Curriculum.com.br

 
 
Descubra os 3 pré-requisitos para a contratação de altos executivos


Além de foco no negócio, candidatos devem ter pensamento estratégico – com visão de curto, médio e longo prazos – e capacidade de comunicação com a equipe, o board e outras áreas da companhia

 

 

A busca por executivos de tecnologia com habilidades para a gestão voltada aos negócios já não é novidade no mercado. Entretanto, mais do que conhecimentos das diversas áreas da organização, esses profissionais devem ter a capacidade de reunir informações para desenvolver políticas estratégicas, que impactem diretamente no ‘core business’ e na produtividade da companhia.

Segundo Darcio Crespi, sócio da empresa de recrutamento Heidrick & Struggles, os CIOs são como alquimistas. “Eles precisam testar combinações de ferramentas e novas tecnologias, avaliar seu desempenho e, então, criar um link de tais funcionalidades com o negócio, de modo a trazer resultados positivos”, explica Crespi.

No processo de seleção de candidatos para ocupar um posto de CIO, o especialista afirma que os profissionais que pleiteiam uma vaga devem preencher alguns pré-requisitos exigidos hoje pelas contratantes. São eles:

• Perfil voltado a negócios: o futuro CIO não pode ser um profissional especializado apenas em tecnologia, visto que exercerá uma função mais ampla, tendo que integrar a TI na estrutura organizacional;

• Pensamento estratégico: o executivo deve saber exatamente como o segmento que comanda impacta e é interligado à estratégia global do negócio. É preciso ter visão de curto, médio e longo prazos para entender as tendências tecnológicas e demandas operacionais e propor investimentos certeiros;


• Capacidade de comunicação: nenhum conhecimento é válido sem a habilidade de comunicá-lo à equipe, pares e ao alto comando. O CIO deve ter bom relacionamento e capacidade para comunicar investimentos e necessidades com credibilidade.

 
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